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Segundo a Fox News: O nomeado para a presidência da Reserva Federal, Warsh, tomará posse na Casa Branca na sexta-feira, numa cerimónia presidida por Trump.
Secretária do Tesouro dos EUA, Bessant: Esta prorrogação proporcionará maior flexibilidade, permitindo aos EUA trabalhar com alguns países para emitir licenças específicas, conforme necessário. Esta Licença Geral ajudará a estabilizar o mercado do petróleo bruto e garantirá que o petróleo chega aos países que mais necessitam de energia.
Segundo um repórter da CNBC, as autoridades norte-americanas afirmam que as notícias veiculadas pelos meios de comunicação estatais iranianos de que os EUA teriam concordado em suspender as sanções ao petróleo durante as negociações são falsas.
O Departamento de Justiça dos EUA criou um fundo de 1,776 mil milhões de dólares para indemnizar os aliados de Trump que foram "alvos políticos".
Segundo o site semioficial do Hezbollah, Alahednews, o porta-voz do Ministério da Defesa iraniano, Brigadeiro-General Talai, afirmou que os americanos devem aceitar a proposta diplomática e as condições impostas pelo Irão, ou confrontar as capacidades de mísseis iranianas.
De acordo com um documento do Ministério das Finanças, as Forças Armadas alemãs vão encomendar 2.030 camiões à Rheinmetall, numa encomenda avaliada em mais de mil milhões de euros.
Ministério dos Negócios Estrangeiros da Turquia: Ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia reúne-se com Ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha em Berlim
Gabinete do Primeiro-Ministro do Paquistão: A reunião debateu também a situação regional e internacional, com especial enfoque na promoção da paz, da estabilidade e da cooperação económica em toda a região.
Gabinete do Primeiro-Ministro do Paquistão: Durante a reunião, o Embaixador informou o Primeiro-Ministro do Paquistão sobre o estado actual das relações bilaterais, as novas oportunidades e desafios para os seus respectivos países, e discutiu questões como o reforço da diplomacia económica, a melhoria das relações comerciais e de investimento, as remessas e a diáspora paquistanesa.
Gabinete do Primeiro-Ministro do Paquistão: O Primeiro-Ministro do Paquistão presidiu hoje a uma reunião no Gabinete do Primeiro-Ministro com os embaixadores do Paquistão no Irão e nos países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG).
O primeiro-ministro húngaro, Majol, afirmou que o objectivo da Hungria é adoptar o euro; saudou a melhoria dos custos de financiamento da dívida húngara; a Hungria reduzirá o seu défice orçamental e não apoiará medidas de austeridade.
Ministro das Finanças alemão, Klinger: Precisamos de avançar com os projectos com a França antes das próximas eleições.
Ministro das Finanças alemão, Klingerberg: Vai realizar conversações bilaterais com o Secretário do Tesouro dos EUA, Bessenter, na terça-feira, para discutir a questão do Irão.
Fontes do sector comercial, citando planos preliminares de embarque, afirmaram que Angola carregará 29 navios-tanque com crude em Julho, em comparação com 35 em Junho.
Casa Branca: Trump anunciará na tarde de segunda-feira uma expansão significativa da oferta de medicamentos com desconto no seu site de descontos em medicamentos sujeitos a receita médica.
Notícias de mercado: O Departamento de Justiça dos EUA anunciou a criação de um fundo de 1,8 mil milhões de dólares para resolver o processo entre Trump e o IRS (IRS).
Leilão de obrigações do Tesouro dos EUA com maturidade a 6 meses, realizado a 18 de maio - Taxa de juro concedida de 3,615%, valor anterior de 3,62%.
Segundo a Agência de Notícias da República Islâmica (IRNA), o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Araqchi, reuniu-se hoje com o Ministro do Interior do Paquistão em Teerão e manteve conversações.
Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Araqchi: Os regimes dos EUA e de Israel devem ser responsabilizados perante a comunidade internacional pelos seus actos de agressão e pela consequente insegurança na região do Golfo Pérsico.

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O economista-chefe do Banco Central Europeu, Lane, e o governador da Reserva Federal, Waller, discursaram na conferência de investigação do Banco Central Europeu.
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Estados Unidos da América Relatório de inventário bruto semanal da API Cushing.--
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Conheça as classificações do crescimento econômico, a diferença entre expansão extensiva e intensiva, e os modelos macroeconômicos que explicam a produtividade e a riqueza das nações.
Nem todo crescimento econômico é igual. Embora os números do PIB ofereçam um panorama simplificado da riqueza de uma nação, eles muitas vezes ocultam os mecanismos que impulsionam essa expansão. Compreender os fatores específicos que geram prosperidade — seja pelo simples aumento da força de trabalho, pela inovação tecnológica ou pela distribuição equitativa de recursos — permite que formuladores de políticas e investidores avaliem a verdadeira viabilidade de longo prazo de uma economia. Este artigo analisa as principais classificações do crescimento econômico, os modelos macroeconômicos fundamentais que os explicam e como essas estruturas definem as trajetórias de mercados emergentes e desenvolvidos.

O crescimento econômico é classificado em diferentes tipologias com base na origem da expansão, no horizonte temporal medido e na proximidade da economia em relação à sua capacidade máxima. Para a macroeconomia, nem toda expansão do PIB tem o mesmo peso: um crescimento impulsionado pela contratação de mais trabalhadores tem implicações de longo prazo fundamentalmente diferentes de um crescimento gerado pela inovação tecnológica.
O crescimento extensivo ocorre pelo aumento da quantidade bruta de insumos (trabalho, capital e terra), enquanto o crescimento intensivo acontece pela melhoria da eficiência ou da qualidade no uso desses insumos. Essa distinção é o pilar do Modelo de Crescimento de Solow.
O crescimento extensivo baseia-se na escala por "força bruta". Se um país constrói o dobro de fábricas e contrata o dobro de trabalhadores, a produção aumenta. No entanto, esse tipo de expansão é limitado por barreiras demográficas e está sujeito à lei dos retornos marginais decrescentes. A acumulação de capital por si só acaba gerando ganhos progressivamente menores na produção por trabalhador.
O crescimento intensivo é impulsionado pela Produtividade Total dos Fatores (PTF) — a parcela da produção que não é explicada pela quantidade de insumos utilizados. A PTF cresce por meio do avanço tecnológico, de melhores práticas de gestão e de um maior capital humano (educação e treinamento). O crescimento intensivo é o único mecanismo capaz de sustentar o aumento dos padrões de vida e da renda per capita a longo prazo sem atingir um teto físico.
| Atributo | Crescimento Extensivo | Crescimento Intensivo |
|---|---|---|
| Principal Impulsionador | Acumulação de insumos brutos (capital, tamanho da força de trabalho). | Produtividade Total dos Fatores (tecnologia, capital humano). |
| Mecanismo Econômico | Alargamento do capital (mais capital para mais trabalhadores). | Aprofundamento do capital (mais/melhor capital por trabalhador). |
| Limitação | Lei dos retornos decrescentes; limites populacionais. | Teoricamente ilimitado; restrito apenas aos limites da inovação. |
| Exemplo Histórico | Industrialização da União Soviética (1950–1970). | Boom da tecnologia da informação nos EUA (1990–presente). |
| Impacto na Riqueza Per Capita | Frequentemente estagnado; a produção cresce linearmente com a população. | Aumenta; a produção cresce mais rápido que a base populacional. |
O crescimento de curto prazo mede as flutuações cíclicas da demanda agregada, enquanto o de longo prazo mede os aumentos estruturais da oferta agregada.
O crescimento econômico de curto prazo representa a fase de recuperação da economia dentro do ciclo de negócios padrão. Quando uma economia se recupera de uma recessão, a taxa de crescimento pode sofrer um salto temporário. Isso não significa que a economia aumentou permanentemente sua capacidade subjacente; significa apenas que está colocando recursos ociosos — como trabalhadores desempregados e fábricas vazias — de volta ao trabalho. O mecanismo aqui é um deslocamento da Demanda Agregada (DA) para a direita, aproximando a economia de sua Fronteira de Possibilidades de Produção (FPP) existente.
O crescimento de longo prazo exige a expansão da própria FPP. Esta forma de crescimento dita a trajetória da riqueza de uma nação ao longo de décadas. Ela só é alcançada quando uma economia expande sua capacidade produtiva máxima por meio de mudanças estruturais, como a descoberta de novos recursos naturais, o aproveitamento de bônus demográficos sustentados ou a adoção de tecnologias transformadoras, como a inteligência artificial.
O crescimento real (ou efetivo) é a variação percentual anual medida empiricamente no PIB real, enquanto o crescimento potencial é a taxa máxima estimada que uma economia pode expandir sem gerar inflação.
Essa distinção reside na forma como o crescimento é medido. Agências estatísticas medem o crescimento real somando consumo, investimento, gastos governamentais e exportações líquidas. Já o crescimento potencial é uma base teórica calculada por bancos centrais e órgãos governamentais. Ele representa o "limite de velocidade" da economia, ditado pela Taxa de Desemprego Não Aceleradora da Inflação (NAIRU) e pelas tendências de utilização de capital.
A diferença entre o crescimento real e o potencial cria o chamado "hiato do produto" (output gap), que orienta as decisões de política monetária:
Uma economia saudável busca alinhar o crescimento real ao potencial, absorvendo todo o trabalho e capital disponíveis sem superaquecer os preços.
Para explicar como as economias gerenciam essas capacidades ao longo do tempo, os modelos macroeconômicos definem os fatores de crescimento isolando a relação entre insumos físicos — capital e trabalho — e a eficiência tecnológica com que são combinados.
O modelo Solow-Swan demonstra que o crescimento econômico de longo prazo não pode ser sustentado apenas pela acumulação de capital devido aos retornos marginais decrescentes. Formulado em 1956, este modelo neoclássico postula que adicionar mais capital (como máquinas) a uma força de trabalho fixa gera aumentos progressivamente menores na produção. Eventualmente, as economias atingem um "estado estacionário", onde o novo investimento apenas repõe o capital depreciado.
Para sustentar o crescimento, o modelo depende inteiramente do progresso tecnológico. No entanto, Solow trata esse avanço como uma variável exógena — uma espécie de "caixa preta" matemática que ocorre fora do sistema econômico, independentemente de políticas ou taxas de poupança.
Esta teoria argumenta que o crescimento de longo prazo é impulsionado por fatores internos — especificamente capital humano, inovação e conhecimento. Surgida na década de 1980 com economistas como Paul Romer, esta estrutura resolve a limitação do modelo de Solow ao afirmar que o progresso tecnológico é resultado direto de incentivos de mercado, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e educação.
Crucialmente, a teoria endógena sustenta que o conhecimento não sofre de retornos decrescentes. Ideias (como um novo algoritmo de software) são "não rivais"; podem ser usadas por toda a economia simultaneamente sem se esgotarem, gerando retornos constantes ou crescentes de escala.
O modelo Harrod-Domar estabelece que a taxa de crescimento de uma nação é determinada pela sua taxa de poupança nacional dividida pela relação capital-produto. Este modelo foca no papel duplo do investimento: gera renda no curto prazo e expande a capacidade produtiva no longo prazo.
A equação é rígida: Taxa de Crescimento = Taxa de Poupança / Relação Capital-Produto. Para crescer, uma nação deve poupar e investir uma porcentagem maior de sua renda ou tornar seu capital mais eficiente. No entanto, o modelo é criticado por sua rigidez ao ignorar que empresas podem substituir trabalho por capital se as máquinas ficarem muito caras.
O crescimento sustentável exige longevidade estrutural e respeito aos limites biofísicos. A visão moderna rejeita a ideia de que o acúmulo de capital físico possa substituir indefinidamente os recursos naturais ou que a desigualdade se resolva sozinha.
A expansão bruta do PIB pode mascarar uma concentração de riqueza, tornando-a um indicador pouco confiável de estabilidade a longo prazo. O crescimento inclusivo foca em como a prosperidade se traduz em melhorias reais nos padrões de vida para a maioria da população.
Ignorar a distribuição de renda gera vulnerabilidades:
O crescimento verde precifica o capital natural como um ativo finito e depreciável, em vez de uma externalidade gratuita. Enquanto o modelo tradicional assume que máquinas podem substituir solo fértil ou água limpa, o crescimento verde reconhece limites biofísicos intransponíveis.
| Atributo | Crescimento Tradicional | Crescimento Verde |
|---|---|---|
| Fatores de Produção | Trabalho e Capital Físico | Trabalho, Capital Físico e Capital Natural |
| Externalidades | Frequentemente ignoradas | Internalizadas via taxas de carbono ou impostos ambientais |
| Objetivo de Desacoplamento | Relativo (emissões crescem menos que o PIB) | Absoluto (PIB cresce enquanto emissões caem) |
| Métrica de Sucesso | PIB Real | PIB Verde ou Indicador de Progresso Genuíno (GPI) |
A aplicação prática do crescimento econômico varia conforme a maturidade tecnológica e o estoque de capital de cada país.
Países desenvolvidos buscam o crescimento intensivo. Como já operam na fronteira tecnológica, não podem crescer apenas copiando métodos existentes. Dependem da Teoria do Crescimento Endógeno, investindo pesadamente em P&D (os EUA investem cerca de 3,5% do PIB e a Coreia do Sul cerca de 5%). O desafio aqui é o risco do capital: criar propriedade intelectual inovadora exige alto investimento inicial e lida com muitas falhas.
Países emergentes executam o crescimento extensivo, mobilizando mão de obra subutilizada e aumentando drasticamente seu estoque de capital físico. É o efeito "catch-up" (alcance) de Solow: como o país parte de uma base de infraestrutura baixa, os primeiros investimentos (estradas, portos, energia) geram retornos marginais massivos. A China é o exemplo clássico, direcionando mais de 40% do seu PIB para formação bruta de capital fixo por décadas. O risco é a "armadilha da renda média": quando o excedente de mão de obra acaba, o país precisa migrar para o crescimento intensivo ou verá seu progresso estagnar.
Quais são os diferentes tipos de crescimento econômico? Os economistas categorizam o crescimento principalmente em intensivo (focado em produtividade e tecnologia) e extensivo (focado no aumento de insumos como trabalho e capital). Também pode ser dividido em curto prazo (recuperação cíclica) e longo prazo (expansão da capacidade produtiva).
Qual é a diferença entre crescimento econômico e desenvolvimento econômico? O crescimento é uma medida quantitativa do aumento do valor dos bens e serviços (PIB). O desenvolvimento econômico é um conceito qualitativo mais amplo que avalia o bem-estar, a qualidade de vida, a saúde, a educação e a redução das desigualdades.
Quais são os 4 fatores do crescimento econômico? Os quatro pilares fundamentais são: recursos naturais (terra), capital humano (trabalho e educação), capital físico (máquinas e infraestrutura) e empreendedorismo (inovação e gestão de risco).
Como o crescimento econômico é medido? A principal métrica é a variação do Produto Interno Bruto (PIB). Os economistas utilizam o PIB real para ajustar os valores pela inflação, permitindo uma visão precisa do aumento real da produção de um período para outro.
Avaliar a saúde de uma economia exige olhar além dos números superficiais do PIB para entender as origens estruturais de sua expansão. Seja uma nação alavancando o crescimento extensivo para construir sua base industrial ou dependendo da inovação intensiva para desbravar fronteiras tecnológicas, os modelos subjacentes ditam sua viabilidade futura. Ao aplicar modelos que consideram a equidade distributiva e os limites ambientais, investidores e analistas podem distinguir melhor entre picos cíclicos temporários e a criação de riqueza real e sustentável.
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